sábado, 23 de abril de 2011
Páscoa
Este video de forma muito rápida passa uma mensagem legal a esse respeito.
Todos os dias devemos lembrar da morte de Jesus, relembrar do seu amor, dessa graça imerecida. Mas também devemos lembrar que ele não está morto em uma cruz, mas que Ele vive e reina.
Deus abençoe!
Thaís Rodrigues
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
2009 acabando, 2010 começando...
Que nesse novo ano, sua fé esteja no "bem maior" que existe, Jesus!
Caminhe focado nEle, não perca tempo com as coisas que tentam te distrair nessa caminhada.
Creia, confie em Jesus Cristo e o mais Ele, ao seu tempo, fará!
Que 2010 seja pra nós, um ano de tendas alargadas, debaixo da proteção do Senhor. Que Ele possa nos guiar, segurando em nossas mãos.
Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam. 1 Coríntios 2:9
Ósculos e amplexos,
Merlin7, equipe e Thaís!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
No Stress
No stress
“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.” (Fl 4.6.)
Na sociedade em que vivemos, tão acelerada, na qual um bom profissional não é mais aquele que tem uma especialidade, mas aquele que independente da sua especialidade exerce várias funções ao mesmo tempo, vivermos sem ansiedade é quase uma utopia. Porém, a Palavra de Deus tem a resposta e o caminho para esse grande desafio, por isso quero compartilhar três verdades bíblicas capazes de libertar você totalmente da ansiedade.
Você nasceu de novo
Pessoas têm perdido o sono, pois não conseguem se livrar da ansiedade, inquietação e culpa, provenientes de erros do passado. Em 2 Coríntios 5.17, lemos: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” Nascer de novo significa viver uma nova vida. Um dos maiores privilégios que temos por ter nascido de novo é o de vivermos uma nova vida como se a antiga não existisse mais, pois diante de Deus ela realmente não existe. E Paulo confirma essa verdade ao dizer em Romanos 8.1: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.”
Seja bem-vindo à “terra do começar de novo!” Muitas pessoas pensam ser impossível começar de novo, mas como o nosso Deus é o Deus do impossível, Ele nos concedeu gratuitamente esse privilégio. Não permita que residam em você memórias que tragam um peso de uma sentença que já foi paga. Ninguém tem direito de cobrar algo que já foi pago.
Você tem um Pai
Sabemos que Deus é o nosso Pai, por isso não precisamos andar inquietos com as coisas básicas da vida. O Pai Celestial sabe exatamente do que precisamos. Veja em Mateus 6.31-34: “Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”
Você tem uma herança
“E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.” (Rm 8.17.) Agora Gl 3.29: “E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” Tudo aquilo que Deus tem nos foi dado como herança, desde a sua vida até as suas posses. Temos um Pai riquíssimo, que é auto-suficiente, conhecido como o Grande El Shadday, o Deus Todo-Poderoso, o Deus Auto-suficiente.
O melhor de tudo isso é que essa herança já está disponível para nós por intermédio da morte de Cristo na cruz do calvário. Não permita mais que a ansiedade roube de você o prazer de viver!
:: Por Pr. Leonardo Capochim
leonardo.capochim@lagoinha.com
domingo, 2 de agosto de 2009
A Maldição da Culpa
Em outras palavras, existem muitos jovens que estão abandonando a causa da missão de Cristo porque ninguém lhes ensinou como lidar com a culpa que se segue ao pecado sexual. O problema vai além de não cair; a questão é como lidar com a queda para que ela não leve toda uma vida para o desperdício da mediocridade. A grande tragédia não são práticas como a masturbação ou a fornicação, e nem a pornografia. A tragédia é que Satanás usa a culpa decorrente desses pecados para extirpar todo sonho radical que a pessoa teve ou poderia vir a ter. Em vez disso, o diabo oferece uma vida feliz, certa e segura, com prazeres superficiais, até que a pessoa morra em sua cadeira de balanço, em um chalé à beira de um lago.
Hoje de manhã mesmo, Satanás pegou seu encontro das duas da manhã – seja na televisão ou na cama – e lhe disse: “Viu? Você é um derrotado. O melhor é nem adorar a Deus. Você jamais conseguirá fazer um compromisso sério para entregar sua vida a Jesus Cristo! É melhor arrumar um bom emprego, comprar uma televisão de tela plana bem grande e assistir o máximo de filmes pornográficos que agüentar”. Portanto, é preciso tirar essa arma da mão dele. Sim, claro que quero que você tenha a coragem maravilhosa de parar de percorrer os canais de televisão. Porém, mais cedo ou mais tarde, seja nesse pecado ou em outro, você vai cair. Quero ajudá-lo a lidar com a culpa e o fracasso, para que Satanás não os use para produzir mais uma vida desperdiçada.
Cristo realizou uma obra na história, antes de existirmos, que conquistou e garantiu nosso resgate e a transformação de todos que confiarem nele. A característica distintiva e crucial da salvação cristã é que seu autor, Jesus, a realizou por completo fora de nós, sem nossa ajuda. Quando colocamos nele a fé, nada acrescentamos à suficiência do que fez ao cobrir nossos pecados e alcançar a justiça que é considerada nossa. Os versículos bíblicos que apontam isso com mais clareza estão na epístola de Paulo aos Colossenses 2.13-14: “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões e cancelou o escrito de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz”.
É preciso pensar bem nisso para entender plenamente a mais gloriosa de todas as verdades: Deus pegou o registro de todos os seus pecados – todos os erros de natureza sexual – que deixavam você exposto à ira. Em vez de esfregar o registro em seu rosto e usá-lo como prova para mandar você para o inferno, Deus o colocou na mão de Seu filho e pregou na Cruz. E quem são aqueles cujos pecados foram punidos na cruz? Todos que desistem de tentar salvar a si mesmos e confiam apenas em Cristo. E quem assumiu essa punição? Jesus. Essa substituição foi a chave para a nossa salvação.
Alguma vez você já parou para pensar no que significa Colossenses 2.15? Logo depois de afirmar que Deus pregou na cruz o registro de nossa dívida, Paulo escreve que o Senhor, “tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz”. Ele se refere ao diabo e seus exércitos de demônios. Mas como são desarmados? Como são derrotados? Eles possuem muitas armas, mas perdem a única que pode nos condenar – a arma do pecado não perdoado. Deus pregou nossas culpas na cruz. Logo, houve punição por elas – então, seus efeitos acabaram! O problema é que muitos percebem tão pouco da beleza de Cristo na salvação que o Evangelho lhes parece apenas uma licença para pecar. Se tudo que você enxerga na cruz de Jesus é um salvo-conduto para continuar pecando, então você não possui a fé que salva. Precisa se prostrar e implorar a Deus para abrir seus olhos para ver a atraente glória de Jesus Cristo.
Culpa corajosa – A fé que salva recebe Jesus como Salvador e Senhor e faz dele o maior tesouro da vida. Essa fé lutará contra qualquer coisa que se coloque entre o indivíduo salvo e Cristo. Sua marca característica não é a perfeição, nem a ausência de pecados. Quem enxerga na cruz uma licença para continuar pecando não possui a fé que salva. A marca da fé é a luta contra o pecado. A justificação se relaciona estreitamente com a obra de Deus pregando nossos pecados na cruz. Justificação é o ato pelo qual o Senhor nos declara não apenas perdoados por causa da obra de Cristo, mas também justos mediante ela. Cristo levou nosso castigo e realiza nossa retidão. Quando o recebemos como Salvador e Senhor, todo o castigo que ele sofreu, e toda sua retidão, são computados como nossos. E essa justificação vence o pecado.
Possuímos uma arma poderosa para combater o diabo quando sabemos que o castigo por nossas transgressões foi integralmente cumprido em Cristo. Devemos nos apegar com força a essa verdade, usando-a quando o inimigo nos acusar pelas nossas faltas. O texto de Miquéias 7.8-9 apresenta o que devemos lhe dizer quando ele zombar de nossa aparente derrota: “Não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei (…) Sofrerei a ira do Senhor, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa e execute o meu direito”. É uma espécie de “culpa corajosa” – o crente admite que errou e que Deus está tratando seriamente com ele. Mas, mesmo em disciplina, não se afasta da bendita verdade de que tem o Senhor ao seu lado!
Há vitória na manhã seguinte ao fracasso! Precisamos aprender a responder ao diabo ou a qualquer um que nos diga que o Senhor não poderá nos usar porque pecamos. “Ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei”, frisou o profeta. “Embora eu esteja morando nas trevas, o Senhor será a minha luz.” Sim, podemos estar nas trevas da iniqüidade; podemos sentir culpa, porque somos, realmente, culpados pelo nosso pecado. Mas isso não é toda a verdade sobre o nosso Deus. O mesmo Deus que faz nossa escuridão é a luz que nos apóia em meio às trevas. O Senhor não nos abandonará; antes, defenderá a nossa causa.
Quando aprendermos a lidar com a culpa oriunda de nossos erros com esse tipo de ousadia em quebrantamento, fundamentados na justificação pela fé e na expiação substitutiva que Cristo promoveu por nós, seremos não apenas mais resistentes ao diabo como cometeremos menos falhas contra o Senhor. E, acima de tudo, Satanás não será capaz de destruir nosso sonho de viver uma vida em obediência radical a Jesus e de serviço à sua obra.
John Piper
Fonte http://alternativa7.wordpress.com
sábado, 27 de junho de 2009
Filhos, onde você tem buscado conselhos?
Como resultado temos diversas situações que tem sido evidenciadas em jornais, revistas e na televisão nas quais jovens têm engravidado, se afundado em drogas, sendo presos, têm dado fim às próprias vidas, não diretamente, mas de uma maneira lenta que começa quando não dão ouvidos ao “Não faça isso meu filho”.
Muitas vezes ficamos implicados com nossos pais, pois eles não nos deixam fazer as coisas que queremos. Porém, não levamos em conta as inúmeras experiências que eles adquiriram com seus vários anos de vida a mais que os nossos. Não levamos em conta que nossos pais querem apenas nosso bem, embora, em várias situações, eles não saibam como expressar isso; mas querem nos proporcionar o melhor da vida.
Entretanto, os “amigos” sempre nos apóiam. Eles sempre têm novidades do mundo, novidades da vida noturna, novidades de bebidas e entorpecentes, mas nunca uma novidade que nos desagrade. Apenas quando estamos no mais fundo do poço eles dizem que não querem mais nada conosco. Nesse momento, as únicas pessoas que estendem a mão para nós são aqueles a quem não dávamos ouvido, os pais.
Portanto, você filho que tem deixado de lado as palavras de carinho e cuidado dos pais, pensando que é apenas uma implicância, pare e leia os jornais vendo o que tem ocorrido no mundo de hoje com pessoas cada vez mais jovens. Mas peço que você leia principalmente a Bíblia e perceba que a submissão não é uma tortura, mas, sim, uma forma de direcionamento para uma vida plena, próspera e feliz.
Medite no que encontramos no livro de Lucas 11.11: “E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente?” Quando meditar nisso de todo seu coração vai perceber que não pode deixar que festas e baladas noturnas sejam mais importantes que um conselho ou um pedido carinhoso de uma mãe ou um pai.
Carinhosamente em Cristo,
Breno Amaral
redacao@lagoinha.com
Portal Lagoinha
domingo, 21 de junho de 2009
Quer uma oportunidade?
Hoje vivemos situação semelhante. Talvez não seja a cura, mas todos nós buscamos uma oportunidade na vida, seja ela qual for. A concorrência existe e está cada vez maior. O problema é que nem sempre sabemos lidar com a competitividade. Muitos fazem planos, mas quando percebem que há uma multidão desejando os mesmos sonhos, simplesmente desistem. É como se você deixasse de enviar um currículo para uma determinada empresa por medo de ser mais um em busca do tão cobiçado emprego. Por se sentir inferior, a maioria nem tenta.
A Bíblia conta que entre a multidão de enfermos havia um homem paralítico que sofria há 38 anos. Ele não tinha condições de andar até o tanque, além disso, ninguém o ajudava. Toda vez que o pobre tentava ir até o anjo, outra pessoa chegava primeiro.
Quem nunca se sentiu assim? Existem momentos em que não temos forças para caminhar até os nossos objetivos. As limitações são tão grandes que nos colocam em desvantagem em relação à multidão. Olhamos para todos os lados e não encontramos alguém disposto a nos estender a mão.
Mas de repente o paralítico foi surpreendido. Ele queria ir até o anjo, mas o Criador dos anjos foi até ele. Jesus o olha e pergunta: Queres ser curado? A resposta deveria ser um simples sim, no entanto o homem disse para o Salvador que não tinha ninguém para levá-lo até a água. Às vezes também agimos assim. Há ocasiões que subestimamos o poder de Deus. É como se Jesus te perguntasse: “Quer um emprego? E você respondesse: “Senhor, com essa crise ninguém vai me contratar”. Ou então: “Você quer estudar?” “Senhor, eu não tenho dinheiro para pagar um curso e nem chances de passar em um vestibular”. Não crie empecilhos, acredite sempre.
Apesar da resposta cheia de obstáculos, Jesus curou aquele homem. Sabe o por quê? Porque mesmo sabendo que havia uma multidão à frente, que ele não tinha condições de ser primeiro a chegar ao tanque e que não havia ninguém disposto a ajudá-lo, mesmo assim o paralítico estava ali. Ele tinha esperança e isso mexe com o coração de Deus. Então, não importa se tudo pareça contrário neste momento. Se você tiver esperança, não será preciso ir até a oportunidade, a oportunidade vai até você.
Por Juliano Matos
Jornalista e colaborador do portal Lagoinha.com
segunda-feira, 25 de maio de 2009
A Importância de Obedecer aos Pais
Cl. 3:20 - Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor.
Ef. 6:1,2 - Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.
Na cadeia de comando, ou melhor, no governo de Deus sobre a família cada componente tem as suas responsabilidades. Ao homem é atribuído amar a sua esposa, como Cristo amou a Igreja. Cabe a ele portanto protege-la. O marido e pai é o principal provedor de sua família, é o sacerdote em seu lar. A esposa, por sua vez é a sua parceira que está do seu lado debaixo de sua autoridade. Uma autoridade que é delegada por Deus. A seguir vem os filhos e estes devem reconhecer a autoridade de seus pais sobre suas vidas e obedecê-los.
Eu sei que estar debaixo de autoridade é tremendamente complicado, porém no caso da família, se o filho não souber receber ordens de seus progenitores, dificilmente saberá exercer situações de comando no futuro, em relação aos seus próprios filhos.
É incrível como o desrespeito pelos pais, atingem conseqüências tremendas. É só abrir as paginas dos jornais, ou ficar alguns minutos diante de um noticiário da TV, para sentirmos de perto a gravidade do problema. São inúmeros casos de violência no seio da família, principalmente filhos brigando ou até tirando a vida de seus pais. São meninos e meninas, adolescentes, jovens que se enveredam para o mundo das drogas e que fazem de seus pais, seus principais inimigos.
Estamos vivendo dias maus, profetizado pelo próprio Jesus Cristo. Ele nos fala em sua Palavra. Que em nossos dias, estaríamos presenciando uma guerra na família sem precedentes. É bem certo que uma parte da responsabilidade está com os pais, que não exerceram a sua autoridade, em relação a sues filhos, quando estes ainda eram pequenos. A criança cresce, muitas vezes em meio de gritarias, palavrões, desrespeito, em meio a cobranças e maus tratos, do que debaixo de disciplina e instrução na Palavra de Deus. Quando chegam a fase de pré-adolescência, resolvem sair de casa, escolhendo o caminho da marginalidade.
O que devemos observar, é que independentemente do tipo de criação, que se receba nesta vida, os pais devem ser respeitados e honrados. A Bíblia nos diz que devemos honrar os nossos pais, porque é um mandamento. Isto quer dizer, que temos o dever de honrá-los e respeitaí-los. É uma ordem direta e clara, da parte de Deus aos filhos. A não observância da Palavra implica em conseqüências tristes para o filho desobediente.
Que conseqüências são estas?
Quando os filhos são desobedientes a seus pais, eles ficam totalmente desprotegidos, quanto as promessas de Deus, no que diz respeito a sua estabilidade física, moral, emocional e espiritual aqui na terra e na eternidade. Porque os filhos que desobedecem a seus pais, os seus dias são abreviados na terra. Em outras palavras. Os filhos que desobedecem, vivem pouco, morrem cedo. São inúmeros casos registrados em delegacias de policia no Brasil e no mundo de tragédias na família decorridos da desobediência por parte dos filhos.
Se você é filho e está lendo esta mensagem, eu gostaria de ter a liberdade de passar pra você algumas dicas, de como melhorar o relacionamento com os seus pais.
1. Ouça sempre, a voz da experiência
Isto quer dizer, que a estrada que você está passando nesta vida, os seus pais já passaram por ela e eles sabem melhor do que você os perigos da mesma. Pode acreditar. Eles sabem com detalhes o caminho que lhe trará segurança. Ouvi-los é sinal de que você é uma pessoa sábia.
Veja o que a Bíblia diz a respeito:
Pv. 4:1 Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes o entendimento.
Pv. 17:6 Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais.
2. Nunca, em hipótese nenhuma, levante a voz, desrespeite ou desonre os seus pais. Tenha sempre uma atitude de humilde, de respeito, de tolerância, principalmente se eles ainda não entregaram as suas vidas ao Senhor Jesus Cristo. O seu testemunho deve ficar sempre em alta na família, se você é cristão.
3. O diálogo é o melhor caminho
Entenda que por você, ainda que adolescente ou jovem, muitas mudanças estão acontecendo em sua vida, em sua mente, e principalmente em suas emoções, na sua maneira de ver as coisas, enquanto que os seus pais já não estão tão abertos para novas mudanças.
4. você é especial para os seus pais.
Lembre-se: por mais difícil que possa ser o relacionamento entre vocês. Eles querem que o melhor aconteça em sua vida, porque eles o(a) ama e algumas vezes não sabe muito bem expressar este amor.Tente ver a vida na ótica de seus pais, pois aí você sentirá um pouco que a vida não é feita só de alegrias e bons momentos, mas também de tristezas e traumas que precisam ser tratados a luz da presença de Deus.
5. Peça perdão sempre que errar contra eles.
Você nunca deverá conciliar o seu sono a noite, deixando o seu pai ou a sua mãe magoados.
6. Diga pra Deus, que de hoje em diante você vai procurar ser um filho obediente e temente ao Senhor.
Agora, uma palavra especial para você filho(a), que espera ver mudanças na atitude, no comportamento, de seus pais para com você. Preste atenção:
Você pode ter todas as razões do mundo para odiar os seus pais. Quem sabe você foi maltratado(a) ou até mesmo violentado(a) por seus pais em seu corpo, em sua alma, em sua mente. Lembre-se Deus o(a) ama e entende a sua dor, os seus sofrimentos, os seus traumas emocionais e quer libertá-lo(a) totalmente; Porém um detalhe você não pode e nem deve esquecer: Segundo a Bíblia que a Palavra de Deus, a vingança não pertence a você, pertence a Deus. Deixe que a justiça de Deus trate desta situação. Com certeza a justiça dos homens dará o seu parecer, mas eu não gostaria de ficar na pele de um pai ou mãe que comente tal barbaridade, quando julgado e condenado pelo próprio Deus.
O que você tem a fazer é encher o seu coração de esperança, e fé e olhar para o futuro. Tirar toda a magoa, rancor do coração e lembre-se, você não poderá fazer isto sozinho(a) Sozinho você não consegue se libertar. Jesus Cristo precisa estar dentro de você, curando todas as suas feridas, traumas, seqüelas, mas para isto você deve permitir a participação Dele(Jesus) em sua vida.
Como está o seu relacionamento com os seus pais?
Como é que você gostaria que eles te tratasse?
A Bíblia faz uma declaração interessante: Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. (Rm. 12:18)
Você está disposto a levantar a bandeira da paz? Você está disposto a caminhar na direção de seus pais, abraçá-los e pedir perdão e mudar para melhor a sua vida?O quinto mandamento diz: Honra o teu pai e a tua mãe, como o Senhor te ordenou, para que se prolonguem os teus dias e para que te vá bem na terra que o Senhor teu Deus te dá. (Dt.5:16)
O Senhor quer que você viva nesta terra feliz e abençoado, honrando, respeitando e acatando as orientações daqueles que Deus colocou em sua vida para ajudá-lo(a), seu pais.
Deus os abençoe;
Pr. Nélson R. Gouvêa
Fonte: www.melodia.com.br
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Como investir tempo em dias tão ocupados?
Deus não nos criou para sermos inimigos dos nossos filhos, mas sim amigos. Essa amizade é construída a partir do nascimento.
A amizade que construímos com eles ao longo dos anos determina o nível de relacionamento na idade adulta. Colheremos no futuro o que semeamos hoje, a semeadura é opcional, porém, a colheita obrigatória.
Há diversas maneiras de semearmos na vida dos filhos, dando-lhes carinho, amor, atenção, tempo de qualidade, investindo financeiramente, etc. Hoje o que eles mais precisam é do nosso tempo e esse é um dos inimigos da família. Alguns pais se preocupam somente com a área financeira (trabalho excessivo) não tendo tempo para lazer ou simplesmente um bate papo com os filhos.
Se a semeadura não receber o devido cuidado, com o passar dos anos, os filhos crescem e se esforçam para chegar sozinhos à maturidade. Muitos dizem não se sentir amados ou que até odeiam seus pais por não terem a atenção deles.
Como pais, devemos investir tempo na vida dos nossos filhos. Alguns gastam mais tempo com coisas supérfluas do que com os filhos. Outros são ausentes e querem suprir essa falta com presentes ou coisas. O que eles precisam é da nossa presença.
Certa vez uma jovem disse que preferiria mil vezes ouvir seu pai dizer-lhe que a amava a ganhar um carro novo. E foi exatamente isso que ele lhe deu – um carro novo.
Nossos filhos precisam ouvir com mais freqüência que os amamos, não perca tempo, verbalize isso todos os dias se possível, abrace-os, diga-lhes que são uma bênção, que são preciosos, singulares e que eles são bem-vindos a essa família. Há filhos com sentimentos de que não são aceitos, não são amados e que não pertencem à família, porque perdemos oportunidades.
Em Salmos 127.3 diz que os filhos são herança do Senhor, nós somos apenas mordomos dessa herança e devemos devolvê-los ao Senhor em bom estado.
Abaixo segue algumas dicas de como investir tempo em nossos filhos.
1- Assista a filmes prediletos juntos e conversem sobre os mesmos depois.
2- Ouça suas músicas favoritas e depois fale sobre elas.
3- Ore um com o outro.
4- Diga-lhe que sente orgulho de tê-lo como filho.
5- Compartilhem segredos.
6- Adorem a Deus juntos.
7- Façam projetos um com o outro.
8- Divirtam-se juntos.
9- Aceite as sugestões dele.
10- Vá aos eventos da escola dele.
11- Esteja presente nos momentos importantes para ele.
12- Façam pelo menos uma refeição juntos.
13- Elogie e aplauda suas vitórias.
14- Chore com ele quando estiver triste.
15- Sonhem juntos.
16- Estudem a Bíblia juntos.
17- Façam exercícios ou pratiquem esportes juntos.
18- Sorriam e conversem dentro de casa.
19- Leiam livros juntos.
20- Abracem-se.
21- Peça perdão, reconheça seus erros.
22- Segurem as mãos um do outro.
23- Admire-se dos talentos dele.
24- Seja amigo.
25- Façam compras juntos.
26- Façam uma viagem juntos.
27- Vejam fotos de família juntos.
28- Peça-lhe ajuda na solução de problemas e compartilhe seus sentimentos.
29- Façam devocional.
30- Envie-lhe cartões ou cartas.
Eclesiastes 3.1-8 fala que há tempo para todas as coisas, portanto, hoje é tempo de investir tempo!
Rosemary M.C. Santos
Portal MMI Brasil
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Deixando o passado para trás
As misericórdias de Deus se renovam todas as manhãs. (Lamentações 3: 22, 23). A cada dia nós podemos achar um lugar novinho em folha para começar.
Eu gosto da maneira que Deus separou o dia da noite. Parece-me que não importa o quão difícil ou desafiante um dia específico possa ser, o quebrar da alvorada traz nova esperança. Deus quer que nós coloquemos o passado regularmente para trás e que encontremos um lugar de "novos começos".
Talvez você caiu na armadilha de algum pecado, e apesar de ter se arrependido você ainda se sente culpado. Você pode estar certo de que o arrependimento sincero traz um começo novinho em folha. Primeira João 1:9 promete uma purificação completa se você admitir deliberadamente que pecou.
Uma vez que você entende a grande misericórdia de Deus e começa a recebê-la, você está mais propenso a ser misericordioso.Você pode estar sofrendo de uma ferida emocional, mas a forma de colocar o passado para trás, é perdoar a pessoa que te feriu. O perdão está sempre envolvido em colocar o passado para trás.
Deus tem novas coisas no horizonte da sua vida, mas você nunca as verá se você viver e reviver o passado. Pensar e falar sobre o passado te mantém preso a ele.
Cada dia é um dia novo. Não desperdice o hoje pensando no ontem.
Diga isto:
"Hoje é um dia novo com misericórdias novas. Eu coloco o passado para trás. O ontem já se foi. Eu vou recomeçar hoje".
Pra. Joyce Meyer
Portal Igeva
Sonhando nos campos do Senhor
José foi um jovem de honra, presenteado por Deus com uma capacidade singular à de seus irmãos: sonhar. Certo dia, lá estava ele sonhando nos campos de seu pai. Então Deus lhe deu uma visão: um dia, seus irmãos iriam se curvar diante dele. Bom, a história é longa e culmina com sua ascensão ao Governo do Egito, pela sua fidelidade e honra a Deus.
Mas o ponto desta narrativa bíblica que mais inspira meu coração, é quando seus irmãos o viam pelo campo e diziam uma frase que me marcou pra sempre, desde quando li esta história pela primeira vez: (...) “Eis que lá vem o sonhador!”.
José estava nos campos e sua parentela lhe diz: “Lá vem o sonhador”. Como você é reconhecido por onde passa? Permita Deus lhe presentear com o impossível! “Eis que lá vem a Ana Claudia, que tem um ministério nas favelas usando artes plásticas, a sonhadora!”; “Eis que lá vem o Eduardo, novo convertido e já conquistando novas almas, o sonhador!”; “Eis que lá vem a Patrícia, discipulando uma ex-prostituta, a sonhadora!”; “Eis que lá vem o Ricardo, adolescente e já liderando a equipe de evangelismo, o sonhador!”.
Sonhos não são nada sem ardor. Sem trabalho. Sem conquistas. José foi vendido e humilhado. Mas sabia que existia algo de muito valor além do que seus olhos enxergavam! Lutou e perseverou. Por isso tenho certeza absoluta que Deus tem algo de muito valor para você, para lhe tornar relevantemente mais adorador, significativamente mais próximo de seu Trono e poderosamente fortalecido como instrumento dele!
Revista-se das maravilhas de Deus e peregrine nesta geração alucinada e perversa. Seus frutos serão muitos e eternos. A relevância do seu viver deve ser construída em cima do caráter de Deus, aí então muitos serão tocados pelo ardor de seu coração em investir sua vida com algo de muito (e real) valor: Jesus!
Além da sua zona de conforto existe um campo. Corra até ele e sonhe!
Livan Veiga
Vice-Presidente da JuBaCAd e
Líder de jovens da Primeira Igreja Batista de Campinas
quinta-feira, 2 de abril de 2009
A recompensa de ouvir atentamente
Minha conversa com ela fez-me lembrar das inúmeras vezes em que tive que tratar com pessoas da área de vendas ou com empreendedores agitados, que presumiam o que estava para ser dito e começavam a falar antes que alguém tivesse oportunidade de exprimir integralmente suas idéias. Com freqüência observo que a falha em ouvir de maneira apropriada e integral conduz a decisões rápidas, baseadas em informações erradas ou incompletas.
Grande parte de uma boa comunicação nos negócios exige que se tenha e se implemente a habilidade de ouvir. Alguém pode ter excelente audição e ainda assim ser um ouvinte deficiente. A
audição é um dos cinco sentidos físicos, freqüentemente uma resposta inconsciente e involuntária às ondas sonoras que atingem os tímpanos. Você escuta se alguma coisa pesada cai do lado de fora do seu escritório, mesmo que não esteja ouvindo. Ouvir envolve o ato consciente e intencional não apenas de escutar o que alguém está dizendo, mas também de se esforçar por discernir o significado e a intenção do que está sendo dito. Como você pode saber se é um bom ouvinte?
* Quando alguém chega com um problema, você lhe dá oportunidade de apresentar todas as informações ou a interrompe abruptamente, presumindo que já entendeu suas preocupações?
* Se alguém lhe apresenta alguma crítica, você reage na defensiva ou tenta determinar se existe alguma verdade naquilo que a pessoa está dizendo?
* Em uma discussão, você se concentra nas pessoas com quem está falando ou sua mente vagueia por outros assuntos não relacionados?
* Você tenta compreender o que uma pessoa está lhe dizendo, inclusive seus sentimentos ou rapidamente passa a pensar no que vai dizer em resposta?
O Antigo Testamento da Bíblia oferece muitos princípios valiosos sobre comunicação, incluindo sobre ouvir. Provérbios 18.13 ensina:?Quem responde antes de ouvir comete insensatez e passa vergonha.? O mesmo capítulo também afirma: ?O tolo não tem prazer no entendimento, mas sim em expor os seus pensamentos? (18.2). Em outras palavras, os tolos têm muito a dizer e não vêem nenhum motivo em parar para ouvir outras pessoas. Mais uma vez a Bíblia fornece a nós, líderes empresariais e profissionais, entendimento sobre como sermos bem-sucedidos e valiosos para as pessoas que lideramos e servimos.
Se deseja entender seus clientes, experimente ouvi-los. Isto parece muito simples, mas ouvir atentamente requer prática e humildade. Experimente fazer isso da próxima vez que se encontrar com um cliente. Você pode se surpreender com o resultado.
Por Rick Boxx
Portal eJesus
E quando os filhos erram?
Lembrei-me de duas situações que eu vivenciei quando era adolescente. Na igreja que eu congregava com meus pais, uma jovem filha de um obreiro engravidou. O homem enxotou a menina para fora de casa e ela foi morar com os pais do namorado que não eram crentes. Tudo o que o pai lhe negara a família que a acolhera estava lhe dando. Carinho, atenção, cuidados, e a mãe para visitá-la ia escondida do pai. Passaram-se anos para que a filha, o marido e a criança pudessem ser aceitas no círculo familiar da casa paterna de novo.
Outra situação foi com um vizinho. A filha engravidara e o namorado recusou-se a casar. Lembro-me do pai e da mãe preparando cada detalhe da gravidez da filha. Apoiaram, ajudaram, e quando nasceu o neto eles orgulhosamente mostravam a todos. Certa vez alguém lhes perguntou se não se sentiam acanhados ou envergonhados por aquela situação. Não. Foi a resposta dele, ela era sua filha e ele a amava e nada – inclusive – aquela gravidez – iria diminuir o amor dele em relação à filha. Aquilo me marcou. De pronto lembrei-me do que diz o Salmo 127:3 “Herança do Senhor são os filhos...”, como eu poderia jogar fora uma herança preciosa recebida do Senhor? Mas ela havia errado? No entanto, o Senhor quando nos dá um filho, faz conosco um trato implícito – esta é a herança que te dou, portanto cuide bem dela! Mas ela havia errado. E pior, havia sido avisada para que não errasse.
Tive com ela longas conversas, tal como sua mãe, seus irmãos, seus avós, suas tias, e nada disto havia sido suficiente para alertá-la. Eu não iria condená-la não. E agora, o que fazer? Bem, uns dias antes, do comunicado dela, eu havia sentido no meu coração o desejo de orar ardentemente por ela, como nunca havia feito. Mais ainda vi que precisava fazer um período de jejum pela vida dela. Eu não sabia, mas o Espírito Santo estava me preparando para a notícia.Quando ela me comunicou a gravidez, me fez uma pergunta – você continua me amando? Lógico! Foi a minha pronta resposta. Disse a ela também que ela não era obrigada a se casar, e ao namorado dela a mesma coisa. Obrigá-los a se casar por causa da gravidez seria colocar uma espada direcionada para a cabeça deles, e eu não desejava fazer isto.
A decisão deles foi de se casar. Em seguida, começaram a me assaltar dúvidas e mais dúvidas – algumas até cruéis. Onde foi que eu errei?Eu não errei, assim como não errou a mãe na criação dela. A única certeza que eu tive nesta situação é a de que como eu, ela aprende com os próprios erros e falhas. Todos nós sabemos que para cada erro há uma conseqüência. Mas isto é uma outra história.Em momento algum pensei em acobertar o erro dela, ao contrário fiz ela ver que havia errado, e mostrei que apesar do erro ela é minha filha e que eu a amo, e exatamente por isso não poderia deixar passar em branco esta situação.Nós pais, alertamos e advertimos os nossos filhos sobre cada situação que eles vivem nas suas vidas. Muitas vezes discordo do que dizem muitos pais – que os filhos são fardos ou cruzes que eles têm de carregar. Isto não é verdade. Filhos são bênçãos do Senhor, e isto basta.A educação e criação que proporcionei aos meus filhos não me permitiriam jamais abandoná-los em qualquer circunstância que eles passem nas suas vidas. Eu tenho bem nítido que eles são um presente de Deus para a minha vida e a mim, cabe honrar a Deus por estas dádivas que Ele me deu.
Certamente você é um dos que conhecem inúmeras histórias de filhos que erraram e foram perdoados por seus pais, e de outros tantos que foram jogados fora de um contexto familiar, carregando suas amarguras e ressentimentos pelo resto das suas vidas.Muitas vezes ouvi pais e mães lamentando-se dizendo que “levaram” seus filhos para a igreja a vida toda, e não entendem quais são os motivos deles errarem tanto. Uma vez eu perguntei a um pai e mãe – “levaram”, mas apresentaram Jesus para eles? Falaram de salvação para eles? A resposta é um invariável não. Cada um de nós não está isento de errar, e a vida está para nos mostrar que erramos no passado, no presente e erraremos no futuro. O próprio Apóstolo Paulo reconheceu em Romanos 7:19-24 – “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim.Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”.
Já pensaram na luta e no conflito de Paulo? E olhem que ele era um homem preparado para os embates espirituais, e tinha esta dificuldade, imagem nós que vivemos num contexto totalmente diferente?Muitas vezes os erros dos filhos refletem diretamente nas vidas e no bem estar familiar, trazendo prejuízos morais e muitas vezes financeiro. No entanto, o que vemos são pais não fazerem conta destes erros por amor aos filhos. Perdoa-se, mas não trata devidamente os erros e as falhas destes. Outras vezes estes erros estão afeitos a conflitos familiares entre irmãos que não se toleram.Nunca passe a mão na cabeça do seu filho achando que ele é uma vítima inocente da sociedade e do meio que o circunda. Confronte-o, exponha diante dele o erro, faça com que ele veja onde está errado, e corrija-o.
Certa vez, meu filho protagonizou um episódio em primeira mão caricato e engraçado. Mas ao analisar o acontecido vi ali o princípio de desvio de personalidade que se não corrigido adequadamente nos traria problemas sérios no futuro. Próximo do final do ano comprei um panetone, e disse a eles que não era para abrir ainda, pois como em todas as casas onde há crianças, come-se tudo de uma vez. Dias depois ao abrir a caixa vi que faltava uma fatia considerável. Pensei comigo – será que me venderam um panetone faltando um pedaço? Fui olhar a caixa e ela estava intacta, com exceção de onde eu havia aberto. Comentei o assunto à mesa e meu filho riu. Achei estranha a risada dele e o inquiri, e para minha surpresa ele disse que havia aberto a caixa onde ela havia sido colada, e com uma linha aberto-a; depois com cola escolar fechara a caixa. Mas o seu riso o denunciara.Eu estava diante de um impasse e de uma situação gravíssima – se deixasse passar batido estaria incentivando-o continuar, pois ele ficaria impune do erro, se eu o disciplinasse severamente, poderia deixá-lo ressentido, porém, não me permitiria jamais deixar de confrontá-lo, pois ele havia errado e deveria pagar pelo seu erro.
Expus o erro, confrontei-o com a Palavra de Deus, mostrei que ele havia sido desobediente e quebrado o princípio da obediência. Conversamos durante algum tempo e falei para ele que transgressores começavam as suas vidas erráticas daquele modo, e que não havia nada inocente naquela história.Ao confrontá-lo com o erro, eu o fiz ver que havia a necessidade de um conserto. Ofereci-lhe a opção de ser corrigido fisicamente ou de cumprir um castigo. Ele optou pelo castigo e passados mais de dez anos, outro dia ele se lembrou do que acontecera e numa visita a casa de amigos contou e disse que jamais vai esquecer e da vergonha que sentiu na situação e de jamais tornaria a repetir o erro.Fico hoje imaginando se tivesse achado graça da situação – e era engraçado – o que seria dele hoje? Pode ser que ele ficasse somente naquele caso, mas e se tivesse descambado para as coisas erradas? E se tivesse dado uma surra nele? Será que ele se lembraria depois de tantos anos. O que sei foi que ele aprendeu uma importante lição para a sua vida, de que por mais engraçado que fosse a situação ela era sim, grave, muito grave.Na ocasião, circulava pelos jornais a prisão de um dos maiores estelionatários que havia tido na história policial no Brasil, e o homem contava a sua história – havia começado a sua vida de crimes enganando o pai que era dono de uma farmácia. Roubava remédios e colocava nas caixas aspirinas e comprimidos de pouco valor, ou sem efeito terapêutico.Ele havia aprendido com uma amiga a abrir as caixas de remédios e substituía-os por outros de tal modo que ninguém percebia.Certa vez um homem comprara o remédio e não fora curado da sua doença, tempos depois ao morrer a família descobriu que uma das causas era o remédio inócuo, a polícia foi acionada e a culpa acabou caindo sobre um funcionário da farmácia, que negou tudo. Tempos depois um novo caso, e apertado ele havia confessado ao pai que era o responsável direto pelo ocorrido. O pai temeroso pela repercussão do que poderia acontecer calou-se e, o filho sentindo-se impune continuou sua vida de pequenos delitos. Logo estava falsificando atestados médicos, depois documentos e já era um criminoso famoso e com muito dinheiro no bolso. As prisões foram se sucedendo e a cada uma delas ele saia pior do que havia entrado. Condenado a muitos anos de prisão, culpava o pai pelo silêncio e por haver passado a mão na sua cabeça, quando deveria corrigi-lo adequadamente.Quantas vidas dedicadas ao crime e a transgressão começaram assim, enganando seus pais dentro de casa? Eu particularmente nunca aceitei que meus filhos trouxessem para dentro de casa objeto algum de ninguém. Foi deste modo que meus pais procederam comigo. Nunca permitiram que levássemos nada que não fosse nosso, ou que tivesse sido comprado com dinheiro deles ou presenteado por alguém com a anuência e concordância deles.Isto evitou certamente que errássemos, e do mesmo modo aos meus filhos. Muitos pais permitem os erros dos seus filhos e depois quando tentam corrigir é tarde demais. Um fator impressionante de erros dos filhos é as más companhias. Sempre há um amigo ou amiga interessado na amizade e no companheirismo dos nossos filhos que não é recomendável. Amizade de filhos cristãos com filhos mundanos é risco na certa. Sabem por que? Porque o mundano vai prevalecer sobre seus filhos quase sempre. Em I Reis 12:2-11 – “Teu pai fez pesado o nosso jugo; agora, pois, alivia tu a dura servidão de teu pai e o seu pesado jugo que nos impôs, e nós te serviremos. Ele lhes respondeu: Ide-vos e, após três dias, voltai a mim. E o povo se foi. Tomou o rei Roboão conselho com os homens idosos que estiveram na presença de Salomão, seu pai, quando este ainda vivia, dizendo: Como aconselhais que se responda a este povo? Eles lhe disseram: Se, hoje, te tornares servo deste povo, e o servires, e, atendendo, falares boas palavras, eles se farão teus servos para sempre. Porém ele desprezou o conselho que os anciãos lhe tinham dado e tomou conselho com os jovens que haviam crescido com ele e o serviam. E disse-lhes: Que aconselhais vós que respondamos a este povo que me falou, dizendo: Alivia o jugo que teu pai nos impôs? E os jovens que haviam crescido com ele lhe disseram: Assim falarás a este povo que disse: Teu pai fez pesado o nosso jugo, mas tu alivia-o de sobre nós; assim lhe falarás: Meu dedo mínimo é mais grosso do que os lombos de meu pai. Assim que, se meu pai vos impôs jugo pesado, eu ainda vo-lo aumentarei; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões”. Roboão tinha tudo para ser um rei mais excelente e melhor do que seu pai Salomão, mas aconselhado por jovens que cresceram com ele, mas que não eram da sua linhagem, fez com que o povo sofresse. Será que eram estas as lições que Roboão havia aprendido com seu pai?Entretanto, ao seguir o conselho dos seus amigos ele o fez deliberadamente mostrando que era passível de ser influenciado.
Isto nos dá a idéia de que é possível sim, um adolescente, um jovem, uma criança criada sob os auspícios de uma boa educação ser desencaminhada por maus conselheiros, ou como queiram – más companhias.Cabe aos pais o papel de ensinar, educar, instruir, orientar, encaminhar, insistir, vigiar, acompanhar, seguir junto, etc.Se de tudo que for feito e ainda assim seu filho ou filha errar lembre-se de eles são sua herança e herança não se joga fora. Mesmo que você carregue marcas de desprezo e de ter sido “jogado” por causa de algum erro que você tenha cometido por inexperiência ou mesmo por teimosia. Mude a sua história, é sua obrigação e seu dever. Hoje a Sophia, minha neta – mais um presente de Deus para mim, faz parte da minha vida e da minha história.
Por Jehozadak Pereira
Portal eJesus
terça-feira, 31 de março de 2009
A Maravilhosa e Rara Arte de Esperar
Esse tipo de espera cria apenas pequenas inconveniências. Outra espécie de espera, entretanto, é mais aflitiva. Em 1981 minha família e eu nos mudamos de Houston, Texas, para Chattanooga, no Tennessee, onde eu assumiria um novo trabalho. Tínhamos que vender a casa. Na presunção de que acharíamos um comprador rapidamente, nos comprometemos com a aquisição de outra em Chattanooga, sem que isso estivesse atrelado à venda do outro imóvel. Resultado: ficamos com duas casas durante um ano, com todos os pagamentos dos respectivos financiamentos, além de assumir um empréstimo, até que recebesse o valor da venda da primeira casa.
No início, esperar pela venda não foi difícil. O mercado de imóveis estava bastante aquecido naquela época e esperávamos um telefonema do corretor a qualquer momento, informando que a casa havia sido vendida. Mas, com o passar de semanas e meses, a espera se tornou difícil, especialmente ao ver nossos parcos recursos esgotarem-se com o pagamento do duplo financiamento.
Houve outras ocasiões em que descobri que esperar não era nada fácil: buscar uma mudança de carreira quando se tornou imperativo trocar de profissão; esperar pela resposta de um editor em relação a um artigo ou livro apresentado; aguardar a chegada de um cheque para saldar obrigação financeira urgente; contar os dias que faltavam para uma cirurgia importante; aguardar ansiosamente o telefonema de uma pessoa amada que passava por uma crise. Cada uma dessas ocasiões foi extremamente difícil, angustiante até, para mim.
Como você lida com a espera? O livro de Isaías, na Bíblia, tem muito a nos dizer sobre esperar e confiar em Deus enquanto se espera.
. Deus age conforme Seu próprio cronograma e não o nosso. Confiar em Deus não nos assegura uma resposta imediata. Mesmo quando Sua resposta é mais vagarosa do que desejaríamos, podemos ficar confiantes: Ele vai responder. ?Esperarei pelo Senhor, que está escondendo o Seu rosto da descendência de Jacó. Nele porei a minha esperança? (Isaías 8.17).
. Deus responde de uma forma que excede nossas expectativas. Quando recebemos a resposta Dele para nossas necessidades, muitas vezes ela é diferente, e bem melhor, do que esperávamos. ?Naquele dia dirão: ?Este é o nosso Deus; nós confiamos Nele e Ele nos salvou. Este é o Senhor, nós confiamos Nele; exultemos e alegremo-nos, pois Ele nos salvou? (Isaías 25.9).
. Deus recompensa nossa disposição para esperar. Geralmente nos sentimos tentados a forçar a solução de um assunto. Mas a paciência por esperar em Deus será recompensada.
"Contudo, o Senhor espera o momento de ser bondoso com vocês; Ele ainda Se levantará para mostrar-lhes compaixão... Como são felizes todos os que Nele esperam? (Isaías 30.18).
. Deus dá forças aos que esperam por Sua resposta. A espera pode exaurir nossos recursos físicos, emocionais e espirituais. Porém, se confiarmos na resposta oportuna de Deus, Ele restaurará nossas forças, dando-nos o necessário para prosseguir. ?Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam? (Isaías 40.31).
segunda-feira, 30 de março de 2009
A alegria maior
Muitas situações trazem alegria aos nossos corações! Um novo emprego, uma cura, um relacionamento amoroso, enfim, inúmeras situações que nos agradam podem trazer alegria às nossas vidas! E muitas destas situações nos motivam a continuar em rumo à santificação, em busca de uma intimidade com o Deus todo poderoso em quem nós cremos. Mas hoje eu gostaria que mergulhássemos em nossos corações e perguntássemos qual é a situação, qual é a real motivação em estarmos buscando a face do nosso Deus?
Muitas pessoas buscam a Deus para resolver seus problemas, outras buscam a Deus para ter mais poder, outras buscam a Deus para ter cura. E estas buscas não estão erradas, porém, será que se
ficarmos baseados nestas buscas que estão focalizadas na vida terrena, teremos a verdadeira alegria?
O texto de Lucas 10 fala a respeito de missões. Os discípulos estavam sendo enviados a colocar em prática aquilo que haviam recebido de Jesus. O mestre estava designando seus discípulos a curar, a pregar a Palavra de Deus, a expulsar demônios, a realizar a obra do Senhor. E diante de todas as façanhas que os discípulos
realizaram em nome de Jesus, os mesmo ficaram muito alegres, realizados, principalmente no que diz respeito a expulsar demônios.
Aqueles homens depositaram sua alegria em situações terrenas, em momentos específicos.
Entretanto, Jesus lhes advertiu para que a alegria dos corações deles não ficasse firmada nestes momentos estanques, mas que fosse direcionada ao fato de que os nomes deles estavam escritos nos céus. Será que a nossa alegria de viver e a nossa motivação não tem estado mais direcionado as coisas passageiras do que às eternas?
O grande perigo que eu vejo é que quando a minha alegria se prende a algo terreno e momentâneo, e esta situação (este algo) termina, a tendência é que a minha alegria termine junto com a situação. Mas quando a minha alegria, independente das circunstâncias, independente dos momentos do dia-a-dia, está firmada naquilo que é eterno, o fato do meu nome estar escrito nos céus, tudo pode ruir ao meu redor e ainda assim eu continuarei na esperança e na motivação correta de que um dia estarei com Senhor!!!!
Que Deus continue nos ajudando a mantermos a motivação correta, e que tenhamos a alegria eterna de sabermos que os nossos nomes já estão gravados nos céus.
Por Paulo Rogério de O. Cruz
Portal eJesus
domingo, 29 de março de 2009
Que amor é esse?
Confessamente ou não, é assim que agimos muitas vezes. Dizemos crer na graça, mas será que cremos nela ao ponto de nos render completamente? Cantamos o amor de Deus e nos dizemos alcançados por esse amor, mas, na prática, como lidamos com um amor que não pede nada em troca para ser o que é? Bem, a essa hora, alguém certamente levantaria o dedo e diria: "Olha, não é bem assim, Deus requer muita coisa da gente sim". Creio também nisso, em parte. A parábola dos talentos, em Mateus 25, fala sobre o destino daqueles que preferem esconder o talento e não produzir, não ser frutífero. Mas a pergunta é: em que ser frutífero ou não pode mudar o amor de Deus por nós? Há algo que possamos fazer para intensificar ou para diminuir esse amor? Em tese, a resposta mais comum seria "não", mas, de fato, eu tenho visto que a resposta é "sim".
Por que? Simples, porque não lidamos bem com o fato de que com a graça de Deus e seu amor incondicional, saímos do controle. Daí, não adianta: sacrifícios, louvores, línguas, bençãos, orações, jejuns, caridade, etc. Nada disso nos conduz a Deus, porque, pela graça eu sei que já fui conduzido. Nada disso aumenta o amor dele por mim, porque o amor dele é eterno e imutável. Todas essas coisas "adiantarão", a partir do momento em que forem fruto de gratidão e da operosidade do amor e da graça de Deus em nós; isso é ser frutífero. Do contrário, é só religiosidade, nada mais. Deus não te quer e não me quer mais "religioso", ele quer o seu e o meu coração, o que significa nos querer por inteiro, assim, do jeito que somos, imperfeitos como somos, mas à caminho da perfeição que Ele desenhou para nós, e não essa "perfeição" pérfida que os mestres da religião têm exigido (e não de agora) das pessoas.
Assista a esse vídeo do Rob Bell (você encontra no blog do Jon ou no youtube), em que ele diz, acerca do amor de Deus: "Nada do que você possa fazer vai me fazer amar você menos do que amo". Será aceitável isso? Você crê nisso? E mais, você tem experimentado isso em sua vida e relacionamento com Deus? Ou, estaremos sempre nessa roda viciosa da lei, de ter que "fazer algo" ou deixar de fazer um monte de coisas, coxeando nas esquinas da vida por migalhas do amor de Deus? Pense nisso, e depois me fale o que você pensou se quiser...
Por Jonathan Menezes
Portal eJesus
terça-feira, 24 de março de 2009
Atitude é tudo
Eu quero dar a você a chave da liderança que separa grandes líderes de louvor dos bons líderes de louvor – se resume em uma palavra “atitude”. Como líderes de louvor, é importante que lembremos de estar prontos para qualquer coisa nos domingos ou no preparo de qualquer período de louvor, e que preparemos nosso coração antes de chegar ao local onde vamos liderar.
Se você tirar um tempo para adorar e orar pessoalmente antes de começar o seu domingo, o seu tempo devocional vai valer ouro na experiência de liderar o louvor neste dia. Nós estaremos mais calmos, mais centrados e mais atentos ao que Deus está fazendo à medida que cumprimos a tarefa que nos foi designada.
Mantenha a paciência se as coisas derem errado. Deus vai usar tudo para o bem. Quando perdemos a paciência ou nos distraímos com as coisas que deram errado, isso nos tira dos trilhos como líderes de louvor.
Mantenha sua equipe rindo e se alegrando por estarem juntos, mesmo no meio do trabalho. Faça e diga pequenas coisas que os lembre que eles não têm que estar ali; eles precisam estar ali. Alguém disse uma vez: ´Sua atitude determina sua altitude´. Eu vou um passo além e digo: ´Sua atitude determina a atitude de sua equipe e a atitude da adoração naquele dia´. Você e eu podemos escolher nossa atitude. Cada vez que você for liderar a adoração, escolha bem.
Se as coisas que você faz derem errado no palco (problemas no som, equipe de som não comparece, checagem de som leeeenta, membros da equipe atrasados, música perdida, músicos perdidos, músicos que esqueceram o que ensaiaram etc), lembre-se de novo: Deus pode usar estas coisas para o bem. Se você deixar sua frustração e sua raiva crescerem no seu coração, então você estará com problemas. Ganhe as pessoas e cumpra sua tarefa. Você pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo, mesmo que isso requeira muito esforço.
Finalmente, procure manter a atitude focada em Deus e na adoração que você está liderando. Quando as coisas se tornarem frustrantes, ore mais e fale menos. O resultado pode ser menos tangível, mas se a oração não mudar as circunstâncias, no mínimo irá mudar você.
Revendo: se sua atitude te arruinar, você afundará. Fique no topo de sua atitude e force seus pensamentos em direção a Deus e em direção às pessoas.
Você não vai perder se sua escolha for firme e se você mantiver seu coração em direção de uma atitude boa. Estou logo atrás de você, por todo o caminho, meu amigo.
Por Equipe Vineyard Musicquinta-feira, 19 de março de 2009
É hora de santidade
Costumo comparar a importância da santidade de uma equipe de louvor com um sistema de encanamento. É importante saber que para um sistema de encanamento funcionar corretamente, os canos devem estar livres de sujeira, devem estar desobstruídos. Se ocorrer o contrário, podem ocorrer vazamentos, quebra de canos, e toda a água pode perder-se. Sendo assim, o lugar de destino se tornará seco pela falta de água. Ambos, os canos e o lugar de destino sairiam prejudicados, devido a este problema de entupimento.
Se for passar esta ilustração para a realidade, podemos entender que os músicos são os canos, Deus é a fonte, a água constitui as bênçãos e a igreja é o lugar de destino da água. Os levitas são os canos que ligam a fonte (Deus) ao lugar de destino (igreja). Os canos servem para levar água ao lugar de destino, assim como os músicos servem para ligar Deus à Igreja no "período de louvor", trazendo ministração, revelações de Deus, bênçãos de toda sorte, alegria, júbilo, paz, amor, perdão, comunhão etc. Mas para este sistema funcionar corretamente, os canos não podem estar sujos, os músicos não devem estar em pecado, senão as bênçãos poderão se perder pelo caminho. A fonte (Deus) está sempre disponível para nos enviar água, mas nós devemos trabalhar em comunhão com ela, mantendo os canos sempre limpos (santidade). Se ocorrer o contrário, o lugar de destino ficará seco (a igreja não receberá o que Deus preparou para ela naquela ocasião).
Você entendeu a ilustração acima? Você percebe a importância da santidade de cada pessoa de um "grupo de louvor"? Por toda a Bíblia, observamos que Deus exige que as pessoas fujam do pecado e vivam uma vida reta diante dEle. Se estivermos em pecado nossa comunicação com Deus estará obstruída e não poderemos ministrar aos outros irmãos numa situação destas. Se a nossa vida não sustentar a música que cantamos, certamente a igreja nos acusará: "Ele prega uma coisa mas vive outra!". Sem contar que o pecado pode trazer consciência pesada, desânimo, tristeza, etc.
É por esta razão que eu sempre aconselho os "grupos de louvor" a se reunirem antes do início de cada reunião. Neste período deve-se buscar, antes de tudo, a santidade, o perdão dos pecados que cada um cometeu. Cada músico deve estar arrependido para que Deus possa limpar o coração de cada um. Aí sim, os canos estarão limpos para que a água flua livremente do trono de Deus para a igreja. Meus amados irmãos, levem os seus "grupos de louvor" a buscar e viver uma vida de comunhão perante Deus. Sejam instrumentos nas mãos de Deus para levar santidade aonde não há, visto que é essencial estarmos limpos para que a igreja receba, através de nós, aquilo que Deus deseja dar.
Ramon Tessmann
www.ejesus.com.br
terça-feira, 17 de março de 2009
Interação entre o Pastor e o Músico
Assim como muitos músicos tem demonstrado falhas em relação aos pastores, estes também tem falhado em relação aos músicos, permitindo então, uma "porta aberta" para que tanto músicos como pastores, tomem decisões precipitadas cometendo atitudes incorretas, que são injustificáveis em ambas as partes. Lembre-se sempre de algo a ser considerado: em qualquer ponto de tensão, sempre encontramos dois envolvidos e não somente um. Se não tivéssemos desentendimentos e discórdias não haveria ponto de tensão, mas como existe, ambos os lados são responsáveis.
Vamos falar de alguns aspectos no que diz respeito a estas responsabilidades:
RESPONSABILIDADES DOS PASTORES
1- Não separe um músico para o ministério sem que ele receba a devida preparação e contínua orientação (I Cr 25:1). Não convoque pessoas que não possuem um verdadeiro chamado para atuar no ministério. O fato de "gostar de música" não significa ter um chamado para o ministério de música. Portanto, cuidado para não criar falsas expectativas nas pessoas, pois isso acarretará problemas futuros.
2- Ensine a Palavra de Deus constantemente; não somente sobre temas que envolvem a prática musical e dinâmica de cultos, mas detenha-se em assuntos que forme o caráter do músico; principalmente no início da formação de um ministério de música. É importante fazer reuniões de estudo da Palavra e discipulado (II Tm 2:15). Ajude seus músicos a canalizarem seus sonhos e metas na direção correta, dedicando o tempo para o ensino e a comunhão (Pv 27:17).
3- O pastor não precisa ser músico, mas precisa ter a visão a respeito do ministério de música, senão pode acabar atrapalhando o crescimento dos músicos e da Igreja.
4- Cuide e proteja seus músicos ensinando-lhes a se defenderem contra as armadilhas do inimigo, dando a eles base na Palavra e em experiências vividas. Cuidar e proteger do que? Da vanglória - Ensine a luz da Palavra que este caminho é de derrota e destruição (Pv 16:18; 29:23). Das falsas promessas de fama e sucesso -Ajude em amor e ensine a luz da Palavra qual é o melhor caminho a seguir (I Jo 2:14-17). Das más companhias - Ensine seus músicos que "as más companhias corrompem os bons costumes" (I Co 15:33), e dependendo do tipo de amizade que eles cultivarem, poderão trazer boas ou más conseqüências para suas vidas e ministérios (Sl 1:1-6; Pv 1:10). Muitos músicos perderam seu ministério por causa da influência de más companhias.
5- Algumas maneiras de como um pastor pode apoiar e impulsionar seus músicos é orando, acreditando em seus ministérios, elogiando, incentivando, ajudando financeiramente, investindo em equipamentos de som e instrumentos musicais, oferecendo oportunidades para eles estudarem música, fazerem cursos, participarem de congressos, seminários, enviando-os para realizarem trabalhos em outras igrejas, permitindo contato com outros ministérios para que haja fortalecimento e crescimento. Com certeza, surgirão os bons frutos desta semeadura.
6- Além da reunião de estudo da Palavra, estabeleça reuniões de oração com alvos bem definidos. Estabeleça um tempo de comunhão como passeios, churrascos, jantares, cafés-da-manhã, entre outros.
7- Pastoreie seus músicos, pois eles não são "coisas", mas são pessoas e também são suas ovelhas. Muitos pastores não conhecem seus músicos porque não se relacionam com eles.
8- Quando for necessário fazer algumas "cobranças", faça dentro de um equilíbrio, não exija mais do que eles podem oferecer em termos de tempo, disponibilidade, maturidade etc. Seja cuidadoso e prudente, pois não se pode exigir de uma criança um comportamento de um adulto. Seja paciente!
9- Um discípulo se faz tendo seu líder como referência. Para aprender é necessário correção. Os músicos precisam aprender a andar debaixo de autoridade. A autoridade não é imposta e sim conquistada, mas não sendo conquistada acaba virando "tirania". Quando for necessário aplicar alguma correção, faça com amor e não "abandone" seu músico, pelo contrário, traga-o para mais perto. Ore e invista tempo em seu músico para que ele se sinta amado e protegido (Pv 27:23). Não seja radical e intolerante, mas se coloque à disposição para ouvir e ajudar seus músicos. Muitos músicos saíram de alguns ministérios porque foram abandonados por seus pastores.
10- Seja um exemplo vivo. Não mande só fazer, faça na frente, mostre como se faz. Não estou dizendo sobre a técnica musical, mas falo sobre vida, conduta, postura, compromisso, responsabilidade, amor e respeito. O melhor ensinamento que alguém pode dar é sendo exemplo no que fala! (I Pe 5:2-3; I Tm 4:12-16).
RESPONSABILIDADES DOS MÚSICOS
1- Seja submisso à sua liderança. Submissão é uma das características de alguém que já possui um coração regenerado. Portanto, esta pessoa é capaz de submeter-se à vontade de Deus, de seus pastores e líderes, e de seus irmãos (Ef 5:8-21).
2- Tenha disposição para servir. Aprenda a servir com amor sem segundas intenções. O serviço está muito ligado às nossas motivações e interesses. O músico que é um verdadeiro adorador, tem como motivação principal, servir a Deus, aos líderes, à família, aos irmãos e aos perdidos. Sendo assim, o verdadeiro adorador é aquele que tem um coração de servo (Mt 20:26-28; Mc 10:43-45).
3- Seja ensinável, se disponha a escutar, a receber correção e aprender com aqueles que foram colocados como autoridade sobre sua vida. Aprenda a receber as orientações e críticas com um espírito humilde. Quem não é ensinável não pode atuar em nenhum ministério (Rm 13:1-2).
4- Seja fiel, que significa ser leal, honesto e íntegro. Não "jogue sujo" e não seja covarde, mas quando o seu pastor errar, converse com ele de maneira respeitosa, nunca o expondo a outras pessoas. Quem ama protege e cuida. Ame seu pastor (Sl 105:15).
5- Não haja com "estrelismo", mas seja fiel na sua palavra, nos compromissos, nos horários, nos ensaios, na oração e meditação da Palavra. Infelizmente alguns músicos querem caminhar diferente dos outros integrantes no ministério. Quando percebem que os pastores precisam da ajuda deles, pois não há outra pessoa para ajudar, acabam agindo com estrelismo faltando nos compromissos, não dando satisfação, não cumprindo as obrigações etc.
6- Seja sensível às necessidades e carências do seu pastor. Se coloque à disposição para contribuir e ajudar (Rm 12:13a). Muitos são rápidos para criticar e lentos para cooperar.
7- Seja unido e comprometido com a visão do seu pastor (Am 3:3). Muitos por não andarem na mesma visão da sua liderança acabam causando problemas no ministério.
8- Não tome decisões sozinho. Seja prudente, peça ajuda e conselhos ao seu pastor sobre decisões importantes que você precisa tomar no ministério. Muitos enfrentam problemas no ministério por não escutarem os conselhos dos seus pastores.
9- Valorize o investimento financeiro do seu pastor no ministério zelando pelos equipamentos e instrumentos, se dedicando aos cursos, participando dos seminários etc.
10- Cuidado para não semear contenda no ministério por "não concordar com certas orientações" dadas pelo pastor. Mesmo que você não concorde com os direcionamentos dados, não se rebele, mas ore pelo seu pastor e o abençoe. Aquele que é fiel no pouco sobre o muito será colocado (Mt 25:23).
Deus abençoe!
Ronaldo Bezerra
Extraído do Portal Supergospel
sexta-feira, 13 de março de 2009
Pra que toda essa timidez?
Com certeza esta não é uma situação agradável para ninguém, e acontece devido a timidez. De acordo com o psicólogo clínico com especialização na linha comportamental cognitiva que (baseia-se na teoria da aprendizagem social), Dárcio Miranda, este é um transtorno de conduta, resultado de comportamentos retraídos em conseqüência de uma má resolução do auto conhecimento. Ele ressalta que o problema está baseado na insegurança. “Quando o sujeito tem baixa auto-estima, a timidez será a manifestação que mais vai expressar a falta de segurança que ele possui”, explica o especialista.
Mas será que um indivíduo, filho de alguém com tais características, conseqüentemente irá desenvolver esta alteração? A psicóloga Deusirene Moreira também fala sobre o assunto. Ela diz que esta é uma característica da pessoa e talvez ela nasça com uma tendência para desenvolver o problema. Mas, isto não deve ser colocado como fator determinante.
Ela explica, também, que o ambiente onde se educa a criança e os relacionamentos que se mantém com ela vão colaborar para algumas condutas. “A pessoa pode sim nascer com um traço mais introvertido, porém não podemos dizer que pelo fato de seus pais serem pessoas tímidas, ela irá herdar isto e será uma pessoa problemática”, afirma a psicóloga, afirmando destacando ser de grande importância um bom relacionamento familiar.
Um fato bastante comum é vermos nas escolas, faculdades, local de trabalho, ou em nossa família, pessoas que continuamente passam por este tipo de obstáculo. Jovens tímidos geralmente mantêm relações insuficientes com seus amigos, e apresentam um padrão de conduta no qual evitam com freqüência contatos sociais. Há quem acredite que o problema seja uma doença, e deve se conviver com isso sem que nada possa ser feito.
A psicóloga Deusirene diz que, dependendo da forma como se manisfesta, a alteração pode sim ser classificada como algo patológico, segundo ela, quando a pessoa chega ao extremo e passa a não ter mais contato com os outros, se isolando, sem ao menos conversar com ninguém. Para estes casos, o especialista Dárcio Miranda afirma que será necessário procurar um tratamento psicoterápico, afinal estão sendo alterados sentimentos e pensamentos.
Para os pais ou professores que notam o problema, Dárcio orienta. “É preciso estimular este filho ou aluno no desempenho de suas funções em casa e na escola ao invés de criticá-lo por esse comportamento tímido”, afirma. Segundo ele, para o jovem, seu valor irá se tornar maior quando for percebido por outra pessoa.
Por Gisele Alves
Portal Elnet
Longe dos traumas
A psicóloga clínica e sexóloga cristã Marluce Nery, diz que trauma significa ferida ou furar e explica que o psiquiatra Freud trouxe o conceito para o plano psíquico dando um significado de choque violento. Isto seria capaz de romper a barreira protetora do ego, podendo acarretar prejuízos duradouros na mente do indivíduo. Segundo Marluce, vários são os traumas originados na infância ou até mesmo na vida intra-ulterina, mas é preciso avaliar com cuidado cada caso.
São alguns: rejeição por tentativa de aborto, perda de vínculos afetivos devido a morte de pais ou de irmãos, privação de um ou de ambos os pais por separação ou abandono e ainda abuso de autoridade, violência doméstica entre outros. O trauma pode ser resultado de um único acontecimento ou do acúmulo de vários deles.
Para a psicóloga, procurar a ajuda de um profissional confiável é necessário. “As pessoas podem trabalhar suas dores psíquicas através da psicoterapia – psicanálise que atua na causa -, ou a psicologia comportamental, que age no sintoma, podendo dar um resultado muito positivo se a pessoa estiver disponível internamente, isto é, admitir que precisa de ajuda e não se tornar um refém de seus problemas”, esclarece Marluce.
Segundo o psiquiatra A. Khoury, a memória humana não pode ser deletada ou apagada como em um computador, porém, pode ser ser reeditada, sendo possível reescrever nossa história de vida começando por perdoar verdadeiramente aqueles que nos feriram. Imagine um casal que começa uma nova vida junto, mas um dos dois não se liberta das dores vividas no passado. Será que este relacionamento será feliz e duradouro?
O pastor Josué Valandro Junior, da Igreja Batista Central da Barra da Tijuca (RJ), diz que algumas pessoas confundem conversão ao Senhor Jesus com a cura completa de todas as mazelas. “Quando nos convertemos, nascemos espiritualmente e passamos a contar com uma força maior que é a presença do Espirito Santo em nós para lutarmos pelo bem de todas as áreas da nossa vida”, explica.
Porém, o pastor esclarece que muitas pessoas se convertem de seus maus caminhos, mas continuam presos a traumas, decepções e culpas por pecados cometidos. Isso vai requerer que a pessoa primeiramente busque o tratamento vindo do Senhor”. De acordo com ele, caso o problema seja físico Jesus tem poder para curar, mas também poderá usar um remédio, se o problema for emocional Deus pode curar, mas o terapeuta também pode ajudar. Quando o problema é espiritual somente o Senhor Jesus pode operar. Pastor Josué ressalta que é importante não confundir conversão com status de super-herói”. Entretanto é preciso buscar nEle ajuda necessária. “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir”(Isaias 59.1).
Por Gisele Alves
Portal Elnet